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De forma lúdica, Assistência Social de Novo Horizonte provoca a discussão sobre exploração sexual

Publicado em 29/05/2019 às 12:55 - Atualizado em 29/05/2019 às 12:55

Em duas peças, mais de 400 crianças e adolescentes foram envolvidos
Créditos: Ascom/Novo Horizonte Baixar Imagem

Em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, celebrado no dia 18 de maio, a Assistência Social de Novo Horizonte, numa parceria com a Secretaria de Educação, Escola de Educação Básica (EEB) Santa Lúcia, Conselho Tutelar e Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, realizou nesta terça-feira (28) duas peças de teatro – Quando o segredo gritar e No meu corpo não – com o objetivo de sensibilizar crianças e jovens que é preciso denunciar os abusos. Os espetáculos, que fazem parte da campanha “Faça Bonito – Exploração Sexual”, foram apresentados pela companhia O Teatro Social, do Rio Grande do Sul.

De acordo com a psicóloga e diretora do Departamento de Promoção Social do município de Novo Horizonte, Marcia Nicola Franchini, a campanha busca sensibilizar, mobilizar e convocar toda a sociedade de Novo Horizonte a participar da luta em defesa dos direitos sexuais das crianças e dos adolescentes. “Este crime, a exploração sexual, está presente na sociedade e, por isso, é preciso falar e discutir sobre o assunto”, disse ela afirmando que, no caso do município, há uma equipe preparada e pronta para amparar quem precise.

A ideia, de acordo com a diretora do Departamento de Promoção Social, é que o público alvo enxergue nos professores e na equipe da Assistência Social a possiblidade e a proteção para poder fazer as denúncias.

Questionada sobre as peças de teatro, Marcia explica que é a forma mais “leve” de tratar do assunto com o público alvo, ou seja, crianças e adolescentes. “Embora tenha sido um momento lúdico, ficou claro que é preciso denunciar os abusos, independente de quem os cometa”, pontua observando que os pais devem ficar atentos, pois comportamentos inadequados devem ser observados e investigados.

Para a secretária de Educação, Solange Franzosi, a parceria é fundamental, pois permite que o assunto seja discutido com o público alvo. “Infelizmente a exploração sexual ainda é uma realidade na sociedade e a escola, enquanto ator no processo de formação das crianças e adolescentes, não pode se omitir dessa discussão”, disse ela frisando que essa integração dos órgãos mostra a preocupação com o assunto. “Todos precisam refletir sobre esse assunto”.

Solange acredita que com a discussão em forma de teatro e o trabalho que será feito pelos professores em sala de aula as crianças e os adolescentes passam a entender o que é abuso e têm condições de denunciar. “A gente quer que eles tenham os professores e a equipe da assistência social como amigos, que vão proteger”, resumiu.

Participação

Além das séries finais e iniciais da rede de ensino municipal e estadual, o prefeito, Vanderlei Sanagiotto, secretários, diretores e assessores da administração também acompanharam as peças teatrais. Juntas, as duas peças de teatro reuniram mais de 400 pessoas.


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