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Com o tema “Falar é a melhor solução”, palestra aborda a prevenção ao suicídio

Publicado em 16/10/2019 às 15:11 - Atualizado em 16/10/2019 às 15:11

A palestra encerrou a programação do Setembro Amarelo
Créditos: Ascom/Novo Horizonte Baixar Imagem

Fechando a programação do Setembro Amarelo, no início de outubro o Departamento de Promoção Social de Novo Horizonte realizou uma palestra com o psicólogo, membro da Associação Brasileira de Estudos e Pesquisas em Suicídio (ABEPS) e técnico pericial, Abel Petter. Com o tema “Falar é a melhor solução”, o evento reuniu sociedade, autoridades e comunidade escolar.

Frisando que o assunto precisa ser debatido o ano todo, Petter disse que a palestra buscou subsidiar a sociedade de Novo Horizonte com informações precisas e permitir que mais pessoas conheçam sobre o assunto. “Setembro é o mês alusivo à prevenção do suicídio, mas a gente precisa falar abertamente e disseminar as informações o ano todo”, falou afirmando que com isso os julgamentos e pré-conceitos são minimizados.

Segundo o membro ABEPS, é conhecendo sobre o assunto que a comunidade pode ajudar. “Nós somos vulneráveis e podemos passar por isso algum dia. Acho que todos gastariam de ser ajudados”, adianta frisando que muitas pessoas, buscando ajuda, recuperam os processos e a vida volta ao normal.

Sobre a promoção da discussão, Petter afirma que isso é fundamental. “É importante que todos se conscientizem e cada vez mais busquem informações”. Apensar da discussão ser necessária, ele explica que o assunto – prevenção ao suicídio e automutilação – deve ser tratado a partir da 6ª série, dos 12 a 13 anos. Antes disso, a recomendação é que seja falado sobre sentimentos, emoções e sofrimentos.

Destacando que é a primeira vez que o município adere a uma programação alusiva ao Setembro Amarelo, que visa prevenir as causas do suicídio, a diretora do Departamento de Promoção Social, Marcia Nicola Franchini, concorda que falar é a melhor solução. “Existiu, no passado, o entendimento de que falar sobre o assunto iria motivar o suicídio. Porém, estudos mostram que é ao contrário”.

Como foi um trabalho de parceria e que envolveu entidades, órgãos e escolas, Marcia vê com bons olhos a campanha. Segundo ela, a ideia é que esse esforço se torne permanente durante o ano todo. “O objetivo é criar a cultura de discussão e prevenção no município. Sozinho, o Departamento de Promoção Social não consegue dar conta, mas com o apoio das demais secretarias, departamentos e entidades, vamos conseguir dar essa sequência”, prevê.


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